Este Blog foi criado, pelos alunos do Curso de Comunicação e Marketing, com a finalidade de treinar a escrita e a criatividade.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Google Varejo Online: Volta às Aulas e Livraria Universitária não dão de...
Google Varejo Online: Volta às Aulas e Livraria Universitária não dão de...: "O varejo não descansa nunca mesmo! Passada a temporada das grandes vendas no período de Natal e saldões, entramos no período de preparação..."
realidade versos propaganda
propaganda é isso você aumenta a qualidade do produto a ponto de convencer as pessoas.ou seja a propaganda transforma uma coisa pequena em uma coisa grande!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Marketing Pessoal
Marketing Pessoal - O produto é você.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Marketing das Décadas de 1950 a 2000
Décadas de:
1950: Nessa década foram dados os primeiros passos para a difusão do marketing, que foi dado por Peter Drucker, ele lançou o primeiro livro que falava sobre o marketing.
1960: O mundo do marketing começou a desenvolver-se nessa década, artigos científicos foram escritos, pesquisas feitas e dados esteticamente relevantes traçados.
1970: Nessa década o marketing passou a ser adotado em diversos setores da atividade humana no governo, em organizações civis, entidades religiosas e partidos políticos passaram a utilizar as estratégias do marketing adaptando às suas realidades e necessidades.
1980: Foi quando, também por uma necessidade mercadológica o marketing passou a ser uma preocupação direta da alta direção de todas as mega-corporações, não estando mais restrita a uma diretoria ou departamento.
1990: O avanço tecnológico dos anos 90 teve um impacto muito forte no mundo do marketing. Também houve o fortalecimento do marketing social no qual tornou-se uma exigência de mercado, de haver uma preocupação com bem-estar da sociedade.
2000: Foi uma grande revolução que houve nessa virada de milênio quando as pessoas passaram na segmentação da televisão a cabo, a popularidade da telefonia celular e a democratização dos meios de comunicação especialmente via Internet
1950: Nessa década foram dados os primeiros passos para a difusão do marketing, que foi dado por Peter Drucker, ele lançou o primeiro livro que falava sobre o marketing.
1960: O mundo do marketing começou a desenvolver-se nessa década, artigos científicos foram escritos, pesquisas feitas e dados esteticamente relevantes traçados.
1970: Nessa década o marketing passou a ser adotado em diversos setores da atividade humana no governo, em organizações civis, entidades religiosas e partidos políticos passaram a utilizar as estratégias do marketing adaptando às suas realidades e necessidades.
1980: Foi quando, também por uma necessidade mercadológica o marketing passou a ser uma preocupação direta da alta direção de todas as mega-corporações, não estando mais restrita a uma diretoria ou departamento.
1990: O avanço tecnológico dos anos 90 teve um impacto muito forte no mundo do marketing. Também houve o fortalecimento do marketing social no qual tornou-se uma exigência de mercado, de haver uma preocupação com bem-estar da sociedade.
2000: Foi uma grande revolução que houve nessa virada de milênio quando as pessoas passaram na segmentação da televisão a cabo, a popularidade da telefonia celular e a democratização dos meios de comunicação especialmente via Internet
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
História do marketing
Origens
Apesar de encontrarmos suas "raízes" ao longo da história da humanidade, na própria gênese do comércio, o marketing é um campo de estudo novo se comparado com os demais campos do saber.
O estudo do mercado surgiu da necessidade dos industriais em administrar a nova realidade oriunda da Revolução Industrial , que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, com o intuito de maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Tal realidade manteve-se inalterada até fins da Segunda Guerra Mundial quando, então, reagindo ao crescimento da concorrência, mercadólogos começaram a teorizar sobre como atrair e lidar com seus consumidores. Surgiu então a cultura de vender a qualquer preço.
P.T. Barnum, autor de `The Art of Money Getting` foi um ícone deste período, cheio de truques que faziam da arte de vender quase um espetáculo de charlatanice e que faz com que até hoje os profissionais do mercado sejam vistos com desconfiança. Outros autores da época são W.D. Scott, autor de The Psychology of Advertising, e H.L Hollingworth que escreveu Advertising and Selling. As técnicas existentes baseavam-se mais na intuição do que na prática. Eram técnicas ingênuas e/ou maliciosas que estavam misturadas a ferramentas eficientes.
Um dos fatores mais atuais de Marketing encontra-se na parte dos virais e de ações coordenadas, onde a questão ética é fundamentada em fatores básicos. A ação de marketing é coordenada através de um plano de estratégia de marketing.
Apesar de encontrarmos suas "raízes" ao longo da história da humanidade, na própria gênese do comércio, o marketing é um campo de estudo novo se comparado com os demais campos do saber.
O estudo do mercado surgiu da necessidade dos industriais em administrar a nova realidade oriunda da Revolução Industrial , que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, com o intuito de maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Tal realidade manteve-se inalterada até fins da Segunda Guerra Mundial quando, então, reagindo ao crescimento da concorrência, mercadólogos começaram a teorizar sobre como atrair e lidar com seus consumidores. Surgiu então a cultura de vender a qualquer preço.
P.T. Barnum, autor de `The Art of Money Getting` foi um ícone deste período, cheio de truques que faziam da arte de vender quase um espetáculo de charlatanice e que faz com que até hoje os profissionais do mercado sejam vistos com desconfiança. Outros autores da época são W.D. Scott, autor de The Psychology of Advertising, e H.L Hollingworth que escreveu Advertising and Selling. As técnicas existentes baseavam-se mais na intuição do que na prática. Eram técnicas ingênuas e/ou maliciosas que estavam misturadas a ferramentas eficientes.
Um dos fatores mais atuais de Marketing encontra-se na parte dos virais e de ações coordenadas, onde a questão ética é fundamentada em fatores básicos. A ação de marketing é coordenada através de um plano de estratégia de marketing.
Apesar de encontrarmos suas raízes ao longo da história da humanidade, na própria gênese do comércio, o marketing é um campo de estudo novo se comparado com os demais campos do saber.
Revolução Industrial que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, para a maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Nos anos 40, os primeiros estudos sobre o marketing vieram com trabalhos como o de Waltter Scott, sobre a aplicação da psicologia da propaganda e o de William J. Reilly sobre as Leis de Gravitação do Varejo. A questão crucial era se as teorias de mercado podiam ou não se desenvolver. Autores como Roland Vaile e outros afirmavam que nunca seria possível desenvolver uma teoria mercadológica genuína, pois consideravam esta subjetiva, quase uma forma de arte.
CAROLINE MANCINE 19/03/2008
Revolução Industrial que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, para a maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Nos anos 40, os primeiros estudos sobre o marketing vieram com trabalhos como o de Waltter Scott, sobre a aplicação da psicologia da propaganda e o de William J. Reilly sobre as Leis de Gravitação do Varejo. A questão crucial era se as teorias de mercado podiam ou não se desenvolver. Autores como Roland Vaile e outros afirmavam que nunca seria possível desenvolver uma teoria mercadológica genuína, pois consideravam esta subjetiva, quase uma forma de arte.
CAROLINE MANCINE 19/03/2008
Apesar de encontrarmos suas raízes ao longo da história da humanidade, na própria gênese do comércio, o marketing é um campo de estudo novo se comparado com os demais campos do saber.
Revolução Industrial que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, para a maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Nos anos 40, os primeiros estudos sobre o marketing vieram com trabalhos como o de Waltter Scott, sobre a aplicação da psicologia da propaganda e o de William J. Reilly sobre as Leis de Gravitação do Varejo. A questão crucial era se as teorias de mercado podiam ou não se desenvolver. Autores como Roland Vaile e outros afirmavam que nunca seria possível desenvolver uma teoria mercadológica genuína, pois consideravam esta subjetiva, quase uma forma de arte.
CAROLINE MANCINE 19/03/2008
Revolução Industrial que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, para a maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Nos anos 40, os primeiros estudos sobre o marketing vieram com trabalhos como o de Waltter Scott, sobre a aplicação da psicologia da propaganda e o de William J. Reilly sobre as Leis de Gravitação do Varejo. A questão crucial era se as teorias de mercado podiam ou não se desenvolver. Autores como Roland Vaile e outros afirmavam que nunca seria possível desenvolver uma teoria mercadológica genuína, pois consideravam esta subjetiva, quase uma forma de arte.
CAROLINE MANCINE 19/03/2008
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Tipos de comunicação
comunicação verbal, é a forma mais eficiente de poder-mos vender e comprar nossos interesses,pois ela é tudo que o ser racional precisa para subir degraus.Na comunicaçâo verbal aprendemos a falar com clareza e objetividade,com ela vimos exemplos de muitos que conseguirâo crescer na vida profissional e financeira e até mesmo ver que a experiencia de tais profissionais só tiverão resultado depois que eles usarão a estratégia da comunicação verbal.
A comunicação escrita, tambem tem muitas vantagens,como por exemplo os jornais,livros e revistas.apesar que este tipo de comunicação exige daqueles que a buscam muita criatividade de marketing, pois neste termo muitos imprendedores deixão a desejá,Más apesá de muitos fracassos que acompanhamos dos imprendedores no dia a dia, podemos tomar exemplos dos que acertaram e venceram.
Aprender tambem a comunicação virtual, que é mais um recurso do nosso dia a dia.Neste tipo de comunicação podemos execultar nossos trabalhos em nossas casas ou na nossa empresa com outras pessoas ou empresas de outras região ou até mesmo outros paises onde teremos muitos lucros e ganharemos tempo para uma nova sessão.
A comunicação escrita, tambem tem muitas vantagens,como por exemplo os jornais,livros e revistas.apesar que este tipo de comunicação exige daqueles que a buscam muita criatividade de marketing, pois neste termo muitos imprendedores deixão a desejá,Más apesá de muitos fracassos que acompanhamos dos imprendedores no dia a dia, podemos tomar exemplos dos que acertaram e venceram.
Aprender tambem a comunicação virtual, que é mais um recurso do nosso dia a dia.Neste tipo de comunicação podemos execultar nossos trabalhos em nossas casas ou na nossa empresa com outras pessoas ou empresas de outras região ou até mesmo outros paises onde teremos muitos lucros e ganharemos tempo para uma nova sessão.

A importância da comunicação
- Com o crescimento do google,a busca se tornou parte essencial na rotina de todos os usuarios de internert.Com isso, surgiu uma nova catedoria do marketing;o marketing de busca.As primeiras coisas a serem definidas em qualquer plnejamento de marketing é quem são seus consumidores e qual exatamente é seu mercado-alvo.É imperativo encontrar um segmento de mercado onde estão os clientes em potencial com necessidades similares áquelas que a empresa deseja e pode atender. Uma oferta de marketingsó alcançará exito se proporcionar valor ao seu mercado-alvo.O cliente está sempre optando entre diferentes ofertas de valor, e escolherá sempre aquela que lhe oferecer a melhor relação custo/beneficio.
Marketing Pessoal e Comunicação Interpessoal
Marketing Pessoal e Comunicação Interpessoal
Um dos pressupostos mais importantes do marketing pessoal é a nossa capacidade de interagir e de influenciar positivamente através da comunicação interpessoal.
A comunicação envolve muito mais do que apenas palavras. Na verdade, as palavras representam apenas uma pequena parte de nossa forma de expressão como pessoa. Estudos demonstram que numa apresentação diante de um grupo, 55% do impacto é determinado por nossa linguagem corporal – postura, gestos e contato visual -, 38% é determinado pelo tom de nossa voz, e apenas 7% desse impacto tem a ver com o conteúdo de nossa apresentação (Mehrabian e Ferris, “Inference of attitudes from nonverbal comunication in two channels”).
Um dos pressupostos mais importantes do marketing pessoal é a nossa capacidade de interagir e de influenciar positivamente através da comunicação interpessoal.
A comunicação envolve muito mais do que apenas palavras. Na verdade, as palavras representam apenas uma pequena parte de nossa forma de expressão como pessoa. Estudos demonstram que numa apresentação diante de um grupo, 55% do impacto é determinado por nossa linguagem corporal – postura, gestos e contato visual -, 38% é determinado pelo tom de nossa voz, e apenas 7% desse impacto tem a ver com o conteúdo de nossa apresentação (Mehrabian e Ferris, “Inference of attitudes from nonverbal comunication in two channels”).
COMUNICAÇÃO E MARKETING
Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo.
Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
Quem de nós não quer ser ouvido com interesse e respeito?
Quem de nós não quer ser aceito?
Quem de nós não quer persuadir o interlocutor com idéias claras, coerentes e objetivas?
Quem de nós não quer participar do meio em que vive e influenciar nas decisões do grupo?
Quem de nós não quer receber feedback positivo quanto às atuações como comunicadores e facilitadores da aprendizagem?
Comunicação
Introdução
1 O Que é Comunicação?
1.1 O Processo de Comunicação
1.2 Ruídos na Comunicação
1.3 Tipos de Comunicação
1.3.1 Comunicação Verbal
1.3.2 Comunicação Não-Verbal
1.4 Os Canais de Comunicação
Considerações Finais
Referências
Introdução
A boa comunicação é muito importante para a integracção de qualquer grupo de trabalho. A comunicação é de estrema importância para o desenvolvimento do negócio, criando na empresa um dos maiores desafios ao administrador de recursos humanos.
Segundo Carvalho (1995, p. 78), o gerente participativo de RH é um profissional que planeja, organiza, controla, coordena e dirige a acção de seus auxiliares. Tendo todos estes requisitos é necessário o profissional ter uma comunicação prática.
O objectivo é mostrar a necessidade da comunicação e um conceito pelos quais os administradores nem sempre se comunicam de modo eficaz.
1. O Que é Comunicação?
Comunicação é o processo de transmitir a informacção e compreensão de uma pessoa para outra. Se não houver esta compreensão, não ocorre a comunicação. Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efectivou.
Segundo Chiavenato (2000, p. 142), é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informacção.
Ao conceito de Scanlan (1979, p. 372), a comunicação pode ser definida simplesmente como o processo de se passar informações e entendimentos de uma pessoa para outra.
Num conceito mais amplo e moderno, o profissional precisa proporcionar uma comunicação clara e precisa, ter decisões rápidas, visão e acção integral, iniciativa própria e informação plena do negócio da empresa.
1.1 O Processo de Comunicação
Cada período de comunicação é diferente de qualquer outra.
O processo de comunicação é composto de três etapas subdivididas:
1 - Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem, pode ser chamada de fonte ou de origem.
a) Significado: corresponde à ideia, ao conceito que o emissor deseja comunicar.
b) Codificador: é constituído pelo mecanismo vocal para decifrar a mensagem.
2 - Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar.
a) Canal: também chamado de veículo, é o espaço situado entre o emissor e o receptor.
b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação.
3 - Receptor: é a etapa que recebe a mensagem, a quem é destinada.
a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem, para que o receptor a compreenda.
b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor.
c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor, representa a volta da mensagem enviada pelo emissor(Feedback).
Vamos exemplificar, de acordo com o conceito de Gil (1994, p.33):
Uma pessoa (emissor) tem uma idéia (significado) que pretende comunicar. Para tanto se vale de seu mecanismo vocal (codificador), que expressa sua mensagem em palavras. Essa mensagem, veiculada pelo ar (canal) é interpretada pela pessoa a quem se comunica (receptor), após sua decifração por seu mecanismo auditivo (descodificador). O receptor, após constatar que entendeu a mensagem (compreensão), esclarece a fonte acerca de seu entendimento (regulamentação).
Pode-se, portanto, dizer que a comunicação só pode ser considerada eficaz quando a compreensão de receptor coincide como o significado pretendido pelo emissor.
1.2 Ruídos na Comunicação
O processo de comunicação nunca é perfeito. No decorrer de suas etapas sempre ocorrem perturbações que prejudicam o processo, no qual são denominados ruídos. Ruído é uma perturbação indesejável em qualquer processo de comunicação, que pode provocar perdas ou desvios na mensagem.
De acordo com Carvalho (1995, p. 82), o ruído é identificado na comunicação humana como o conjunto de barreiras, obstáculos, acréscimos, erros e distorções que prejudicam a compreensão da mensagem em seu fluxo: emissor x receptor e vice-versa. Isto significa que nem sempre aquilo que o emissor deseja informar é precisamente aquilo que o receptor decifra e compreende.
Segundo Gil (1994, p.34), entende-se por ruído qualquer fonte de erro, distúrbio ou deformação da fidelidade na comunicação de uma mensagem, seja ela sonora, visual, escrita etc. E é este o desafio das comunicações nas empresas e na nossa vida diária.
1.3 Tipos de Comunicação
1.3.1 Comunicação Verbal:
Quase toda a comunicação verbal é realizada por escrito e devidamente documentada por meio de protocolo, mas é composta pela palavra.
Comunicação Oral: são as ordens, pedidos, conversas, debates, discussões.
Comunicação Escrita: são as cartas, telegramas, bilhetinhos, letreiros, cartazes, livros, folhetos, jornais, revista.
1.3.2 Comunicação Não-Verbal:
Através desta comunicação não-verbal ocorre a troca de sinais: olhar, gesto, postura, mímica.
Comunicação por mímica: são os gestos das mãos, do corpo, da face, as caretas.
Comunicação pelo olhar: as pessoas costumam se entender pelo olhar.
Comunicação pela postura: o modo como nos sentamos, o corpo inclinado para trás ou para frente, até mesmo a posição dos pés. Tudo isso na maioria das vezes é o nosso subconsciente transmitindo uma mensagem.
Comunicação por gestos: pode ser voluntária, como um beijo ou um cumprimento. Mas também pode ser involuntária, como por exemplo, mãos que não param de rabiscar ou de mexer em algo. Isso é sinal de tensão e, ou nervosismo.
1.4 Os Canais de Comunicação
A comunicação dentro das empresas para ser clara e precisa, necessita de um organograma bem planejado, para que a mensagem não chegue distorcida. A seguir veremos os modelos de canais de comunicação que ocorrem dentro de empresas:
a) Canais Verticais
Podem ser descendentes (de cima para baixo) e referem-se à comunicação entre o superior e os subordinados, veiculando ordens ou instruções. Podem ser ascendentes (de baixo para cima) e referem-se à comunicação entre o subordinado e o supervisor, veiculando informações a respeito do trabalho executado.
b) Canais Horizontais
Refere-se às comunicações laterais entre dois órgãos (dois departamentos, duas seções) ou dois cargos (dois gerentes) no mesmo nível hierárquico.
Todo profissional de RH atuante sabe que, antes de se voltar para qualquer das direções já mencionadas, necessita desenvolver sua capacidade de receber e enviar mensagens, capacidade essa que se traduz, principalmente, no cultivo das habilidades de saber ouvir.
Considerações Finais
Uma situacção de risco para as empresas, é quando ocorrem as falhas de comunicação do seu pessoal. Muitos dos problemas existentes numa organizacção podem ser oriundos da falta de comunicação (má comunicação) ou das distorções nelas contidas.
Ao tratar da comunicação estamos solucionando, em muitos casos, antigos e persistentes problemas, que podem dar lugar a pessoas e ambientes mais leves e motivados, proporcionando mais e melhor de si, com produtividade e desenvoltura de quem percebe que é possível crescer e gerar crescimento consequente.
Entretanto, sabemos que uma comunicação eficaz pode proporcionar um resultado positivo para a organização. O profissional com comunicação prática é aquele que consegue colocar o seu ponto de vista, até um programa de acção na hora da negociacção, passando a mensagem desejada.
Graciele Gessner é uma devaneadora, que escreve nas horas vagas. É uma jovem escritora que iniciou sua carreira em 2004. Antes disso já tinha envolvimento com manifestações culturais, através da participação em corais e outras atividades. Uma das grandes paixões da jovem escritora sempre foi a leitura. “Desde criança fui incentivada à leitura, isso me faz muito bem”.
1 O Que é Comunicação?
1.1 O Processo de Comunicação
1.2 Ruídos na Comunicação
1.3 Tipos de Comunicação
1.3.1 Comunicação Verbal
1.3.2 Comunicação Não-Verbal
1.4 Os Canais de Comunicação
Considerações Finais
Referências
Introdução
A boa comunicação é muito importante para a integracção de qualquer grupo de trabalho. A comunicação é de estrema importância para o desenvolvimento do negócio, criando na empresa um dos maiores desafios ao administrador de recursos humanos.
Segundo Carvalho (1995, p. 78), o gerente participativo de RH é um profissional que planeja, organiza, controla, coordena e dirige a acção de seus auxiliares. Tendo todos estes requisitos é necessário o profissional ter uma comunicação prática.
O objectivo é mostrar a necessidade da comunicação e um conceito pelos quais os administradores nem sempre se comunicam de modo eficaz.
1. O Que é Comunicação?
Comunicação é o processo de transmitir a informacção e compreensão de uma pessoa para outra. Se não houver esta compreensão, não ocorre a comunicação. Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efectivou.
Segundo Chiavenato (2000, p. 142), é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informacção.
Ao conceito de Scanlan (1979, p. 372), a comunicação pode ser definida simplesmente como o processo de se passar informações e entendimentos de uma pessoa para outra.
Num conceito mais amplo e moderno, o profissional precisa proporcionar uma comunicação clara e precisa, ter decisões rápidas, visão e acção integral, iniciativa própria e informação plena do negócio da empresa.
1.1 O Processo de Comunicação
Cada período de comunicação é diferente de qualquer outra.
O processo de comunicação é composto de três etapas subdivididas:
1 - Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem, pode ser chamada de fonte ou de origem.
a) Significado: corresponde à ideia, ao conceito que o emissor deseja comunicar.
b) Codificador: é constituído pelo mecanismo vocal para decifrar a mensagem.
2 - Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar.
a) Canal: também chamado de veículo, é o espaço situado entre o emissor e o receptor.
b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação.
3 - Receptor: é a etapa que recebe a mensagem, a quem é destinada.
a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem, para que o receptor a compreenda.
b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor.
c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor, representa a volta da mensagem enviada pelo emissor(Feedback).
Vamos exemplificar, de acordo com o conceito de Gil (1994, p.33):
Uma pessoa (emissor) tem uma idéia (significado) que pretende comunicar. Para tanto se vale de seu mecanismo vocal (codificador), que expressa sua mensagem em palavras. Essa mensagem, veiculada pelo ar (canal) é interpretada pela pessoa a quem se comunica (receptor), após sua decifração por seu mecanismo auditivo (descodificador). O receptor, após constatar que entendeu a mensagem (compreensão), esclarece a fonte acerca de seu entendimento (regulamentação).
Pode-se, portanto, dizer que a comunicação só pode ser considerada eficaz quando a compreensão de receptor coincide como o significado pretendido pelo emissor.
1.2 Ruídos na Comunicação
O processo de comunicação nunca é perfeito. No decorrer de suas etapas sempre ocorrem perturbações que prejudicam o processo, no qual são denominados ruídos. Ruído é uma perturbação indesejável em qualquer processo de comunicação, que pode provocar perdas ou desvios na mensagem.
De acordo com Carvalho (1995, p. 82), o ruído é identificado na comunicação humana como o conjunto de barreiras, obstáculos, acréscimos, erros e distorções que prejudicam a compreensão da mensagem em seu fluxo: emissor x receptor e vice-versa. Isto significa que nem sempre aquilo que o emissor deseja informar é precisamente aquilo que o receptor decifra e compreende.
Segundo Gil (1994, p.34), entende-se por ruído qualquer fonte de erro, distúrbio ou deformação da fidelidade na comunicação de uma mensagem, seja ela sonora, visual, escrita etc. E é este o desafio das comunicações nas empresas e na nossa vida diária.
1.3 Tipos de Comunicação
1.3.1 Comunicação Verbal:
Quase toda a comunicação verbal é realizada por escrito e devidamente documentada por meio de protocolo, mas é composta pela palavra.
Comunicação Oral: são as ordens, pedidos, conversas, debates, discussões.
Comunicação Escrita: são as cartas, telegramas, bilhetinhos, letreiros, cartazes, livros, folhetos, jornais, revista.
1.3.2 Comunicação Não-Verbal:
Através desta comunicação não-verbal ocorre a troca de sinais: olhar, gesto, postura, mímica.
Comunicação por mímica: são os gestos das mãos, do corpo, da face, as caretas.
Comunicação pelo olhar: as pessoas costumam se entender pelo olhar.
Comunicação pela postura: o modo como nos sentamos, o corpo inclinado para trás ou para frente, até mesmo a posição dos pés. Tudo isso na maioria das vezes é o nosso subconsciente transmitindo uma mensagem.
Comunicação por gestos: pode ser voluntária, como um beijo ou um cumprimento. Mas também pode ser involuntária, como por exemplo, mãos que não param de rabiscar ou de mexer em algo. Isso é sinal de tensão e, ou nervosismo.
1.4 Os Canais de Comunicação
A comunicação dentro das empresas para ser clara e precisa, necessita de um organograma bem planejado, para que a mensagem não chegue distorcida. A seguir veremos os modelos de canais de comunicação que ocorrem dentro de empresas:
a) Canais Verticais
Podem ser descendentes (de cima para baixo) e referem-se à comunicação entre o superior e os subordinados, veiculando ordens ou instruções. Podem ser ascendentes (de baixo para cima) e referem-se à comunicação entre o subordinado e o supervisor, veiculando informações a respeito do trabalho executado.
b) Canais Horizontais
Refere-se às comunicações laterais entre dois órgãos (dois departamentos, duas seções) ou dois cargos (dois gerentes) no mesmo nível hierárquico.
Todo profissional de RH atuante sabe que, antes de se voltar para qualquer das direções já mencionadas, necessita desenvolver sua capacidade de receber e enviar mensagens, capacidade essa que se traduz, principalmente, no cultivo das habilidades de saber ouvir.
Considerações Finais
Uma situacção de risco para as empresas, é quando ocorrem as falhas de comunicação do seu pessoal. Muitos dos problemas existentes numa organizacção podem ser oriundos da falta de comunicação (má comunicação) ou das distorções nelas contidas.
Ao tratar da comunicação estamos solucionando, em muitos casos, antigos e persistentes problemas, que podem dar lugar a pessoas e ambientes mais leves e motivados, proporcionando mais e melhor de si, com produtividade e desenvoltura de quem percebe que é possível crescer e gerar crescimento consequente.
Entretanto, sabemos que uma comunicação eficaz pode proporcionar um resultado positivo para a organização. O profissional com comunicação prática é aquele que consegue colocar o seu ponto de vista, até um programa de acção na hora da negociacção, passando a mensagem desejada.
Referências
AMADO, G.; GUITTET, A. Administracção da comunicação nos grupos. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
CARVALHO, A. V.; SERAFIM, O.C. G. Administracção de recursos humanos. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1995.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administracção. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000
GIL, Antônio Carlos. Administracção de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 1994.
SCANLAN, Burt K. Princípios de administracção e comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1979.
WELL, Pierre. Relações Humanas na família e no trabalho. 37 ed. Petrópolis - RJ: Vozes, 1983.
AMADO, G.; GUITTET, A. Administracção da comunicação nos grupos. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
CARVALHO, A. V.; SERAFIM, O.C. G. Administracção de recursos humanos. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1995.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administracção. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000
GIL, Antônio Carlos. Administracção de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 1994.
SCANLAN, Burt K. Princípios de administracção e comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1979.
WELL, Pierre. Relações Humanas na família e no trabalho. 37 ed. Petrópolis - RJ: Vozes, 1983.
Graciele Gessner é uma devaneadora, que escreve nas horas vagas. É uma jovem escritora que iniciou sua carreira em 2004. Antes disso já tinha envolvimento com manifestações culturais, através da participação em corais e outras atividades. Uma das grandes paixões da jovem escritora sempre foi a leitura. “Desde criança fui incentivada à leitura, isso me faz muito bem”.
comunicação e marketing
O VERDADEIRO POTENCIAL DO EMAIL MARKETING E MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIGITAIS
sempre falamos do quão importante são os meios de comunicação e as redes sociais. Nesta última semana tivemos uma triste prova dessa importância durante os conflitos no Egito. Em resposta a protestos, o governo decidiu simplesmente tirar do ar a internet e o envio de SMS para a maior parte do país. O que isso comprova? Que há um imenso poder no uso inteligente dessas formas de comunicação digital, um poder cujo potencial ainda não foi totalmente explorado.
O apagão digital egípcio começou logo após a divulgação pela Associated Press de um vídeo em que um manifestante era ferido pela polícia que reprimia os protestos. Para evitar causar ainda mais revolta na população—como no caso da filmagem da iraniana morta pela polícia durante protestos contra as últimas eleições que gerou indignação ao redor do mundo—o governo de Hosni Mubarak optou por desplugar o país da rede.
fonte:emailmanager
www.administradores.com.br
sempre falamos do quão importante são os meios de comunicação e as redes sociais. Nesta última semana tivemos uma triste prova dessa importância durante os conflitos no Egito. Em resposta a protestos, o governo decidiu simplesmente tirar do ar a internet e o envio de SMS para a maior parte do país. O que isso comprova? Que há um imenso poder no uso inteligente dessas formas de comunicação digital, um poder cujo potencial ainda não foi totalmente explorado.
O apagão digital egípcio começou logo após a divulgação pela Associated Press de um vídeo em que um manifestante era ferido pela polícia que reprimia os protestos. Para evitar causar ainda mais revolta na população—como no caso da filmagem da iraniana morta pela polícia durante protestos contra as últimas eleições que gerou indignação ao redor do mundo—o governo de Hosni Mubarak optou por desplugar o país da rede.
fonte:emailmanager
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O marketing social tem ganhado corpo nos últimos anos, na realidade em que empresas e instituições se conscientizam da necessidade de comprometer -se definitivamente com a comunidade.É necessário olhar com desconfiança para empresas que se propoem a mascarar sua atuaçaõ socialmente irresponsavel na comunidade (poluindo o ambiente,explorando o trabalho infantil, desrespeitando o consumidor.O marketing social realmente legitimo não é aquele que se pratica unicamente com o dinheiro mas com a conciencia e o coração.
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