Este Blog foi criado, pelos alunos do Curso de Comunicação e Marketing, com a finalidade de treinar a escrita e a criatividade.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Professor jorge Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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sexta-feira, 18 de março de 2011
A propaganda despertou muito interesse e curiosidade dos empresários que estavam receosos de investir neste modelo de comunicação. Muitos dizem que a propaganda não é para eles, devido seu elevado custo e não está ao alcance das pequenas empresas e apenas das grandes empresas que atendem generosas parcelas do mercado.
Outras ainda atribuem à propaganda os milagres de um velho ditado que diz: "A propaganda é a alma do negócio". Completamos a frase dizendo que ela não é a alma do negócio, mas, ajuda em muito a empresa comunicar de forma adequada com o seu público-alvo. Ela atua como um tambor amplificando tudo o que temos a oferecer em nossa fábrica ou em nossa loja. Se você está fabricando um bom produto ou prestando um serviço diferenciado nada mais do que necessário comunicar este fato ao
mercado para que as pessoas sintam vontade de conhecer e comprar o seu produto.
Segundo a Associação Americana de Agências de Propaganda ela é definida como: "Propaganda é a mensagem divulgada em um veículo de grande penetração - TV, rádio, jornais, revistas etc - paga por um anunciante com a finalidade de criar ou reforçar imagens ou preferências na mente do consumidor, predispondo-o favoravelmente em relação ao produto, serviço ou para a própria imagem da instituição patrocinadora".
O que fazer?
Em primeiro lugar, só faça propaganda se tiver um bom produto/serviço
para oferecer, alguma coisa que o deixe orgulhoso de anunciar ao público -
um serviço diferenciado, um produto inovador ou um preço convidativo.
O cliente deve ter em mente que o produto anunciado é o que interessa, logo se não existir esta afirmação de nada adianta anunciar.
Entenda que a função da propaganda não é vender e sim predispor à compra criando na mente do consumidor a vontade de comprar e dar preferência para a sua loja ou pela sua marca. A propaganda então cria, muda ou reforça as atitudes mentais que influenciam no comportamento de compra das pessoas.
Para fazer a propaganda é necessário antes desenvolver quais as vantagens que serão anunciadas para o consumidor. Tanto na grande como na pequena empresa, a propaganda deve ser encarada como parte integrante do mix de marketing da empresa, ou
seja, o conjunto de ações que têm como objetivo criar e/ou estimular a demanda pelos produtos e serviços que a empresa
oferece, visando satisfazer as necessidades e expectativas dos consumidores.
A comunicação deve existir nas duas vias
A propaganda é uma forma de comunicação em duas vias, ou seja, da empresa para o mercado e do mercado para a empresa.
Existem outras formas de comunicação que podem ser usadas pelas empresas com é o caso da mala direta, da promoção no pontode-venda e de outros veículos alternativos. Quando dizemos que ela existe em duas vias é porque antes de dirigir-se ao mercado
anunciando a empresa deve escutar o que o mercado está dizendo sobre suas necessidades e anseios.
Ouvir o mercado é saber o que o consumidor deseja por meio de pesquisa de mercado, dos relatórios dos vendedores, das conversas com clientes e fornecedores etc.
Quando falamos em comunicar falamos também em receber informações, ou seja não se consegue comunicar-se a não ser que seja capaz de ouvir e entender o que a outra pessoa diz.
A comunicação com o mercado é vital para o sucesso da empresa, mas nem sempre os empresários
conseguem entender. O processo de tomada de decisão da mente humana que é traduzido em comportamento e ação é de grande complexidade. A preferência do consumidor varia de caso para caso onde podemos ter em algumas ocasiões o preço como fator mais importante, mas, em outras ocasiões o atendimento passa a ter fundamental
importância na decisão de compra. Podemos dizer que as principais preferências dos consumidores são:A empresa procura cada vez mais oferecer opções aos seus consumidores como forma de facilitar a escolha de seus produtos;
Com a imensa oferta é possível escolher o melhor preço que esteja de acordo com a sua possibilidade de pagamento;Muitas vezes pesa no momento de compra a novidade/inovação em detrimento de uma tradicional marca;Em muitos casos a simplicidade é fator decisivo foi formulada pela padronização como ocorreu nos computadores com o conceito "plug and use";
A confiança e a segurança são duas grandes preocupações das pessoas atualmente e devem pautar as ações das empresas
com relação ao mercado;
O acesso/velocidade da informação ou ao produto tem grande poder de decisão na hora da compra.
Preferências e valores não são a mesma coisa. As preferências mudam e variam no tempo e de acordo com a situação econômica e social. A experiência e a informação que resultam no conhecimento auxiliarão a entender melhor o seu Cliente.
terça-feira, 1 de março de 2011
Satanás
acabava
de ir ao Jardim
do Éden, e estava fazendo graça e rindo,
dizendo:
-Sim
Adonay(senhor). Acabo
de apoderar do mundo, cheio de
gente lá embaixo.
Eu armei a eles uma armadilha, e
usei uma isca
que sabia que não poderiam
resistir. Caíram todos!
-
O que
vai fazer com eles? Perguntou Yeshua(Jesus).
- Ah, vou me divertir com
eles. Respondeu Satanás. Vou ensiná-los como se casar e se divorciar, como
odiar e abusar um do outro, a beber e fumar, e,
é claro,
os ensinarei
a inventar armas e bombas para que se destruam
entre
si. Realmente vou me divertir!
- E o que farás
quando se cansar
deles?
-
Perguntou
Yeshua(Jesus).
- Ah, os
matarei. Disse Satanás com os
olhos
cheios
de
ódio e
orgulho.
- Quanto quer por eles? Perguntou
Yeshua(Jesus).
-
Ah,
você
não
quer essa gente. Eles não são bons. Porque os
salvaria?
Você
os
salva
e eles te odeiam.
Vão cuspir em seu rosto,
vão te
maldizer
e
te
matarão. Você não quer essa gente!
- Quanto?
Perguntou
novamente
Yeshua(Jesus).
Satanás
olhou
para Yeshua(Jesus) e sarcasticamente
respondeu:
-
Todo
o seu
sangue,
suas lágrimas e sua vida.
Yeshua(Jesus)
Disse:
-
FEITO!
E
assim
foi
pago o preço.
Notas:
>>
Não é
curioso o
quanto
é
fácil depreciar o Rei e logo perguntar-se
porque
o
mundo
está
indo para o inferno?
>> Não é curioso como
alguém
pode
dizer
'Creio
em Yeshua(Jesus)' e seguir a Satanás?
>>Não é
curioso
que
enviem
milhares
de mensagens com piadinhas pelo
e-mail,
as
quais
se
espalham
como pólvora, mas quando começa a enviar
mensagens
que
se
referem
ao
Adonay(Senhor), a gente pensa duas vezes antes de
compartilhá-las?
>>
Não
é
curioso
que
quando chega o
momento de re-enviar esta mensagem,
você
a
deixará
de
enviar a muitas
das pessoas que estão registradas
na
sua
lista
de
contatos, pois não
está certo(a) do que vão pensar de
você?
>>
Não
é
curioso
como as pessoas podem estar mais
preocupadas com o
que
os
demais
pensem deles do que o que o Eterno pensa?
>>Oro
por
todos
aqueles
que
re-enviar esta mensagem a todos os
destinatários
de
suas
listas
de
contatos, eles serão abençoados por Yeshua(Jesus)
de uma
maneira
especial.
Enviem-na
também
à
pessoa que te enviou.
Que o
Eterno
os abençoe
grandemente!!
EU
A
ENVIO PORQUE NÃO ME
ENVERGONHO
DE
CRISTO, E QUERO QUE TODO
MUNDO
SAIBA
QUE O AMO COM TODO
MEU
CORAÇÃO,
AQUELE QUE
MORREU POR
MIM, NAQUELA
CRUZ! E VOCE SE
ENVERGONHA DE
MESTRE?
Propaganda
Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida: a propaganda comercial, que normalmente não é chamada de propaganda mas sim publicidade, embora no Brasil seja utilizada como sinônimo. Ao contrário da busca de imparcialidade na comunicação, a propaganda apresenta informações com o objectivo principal de influenciar uma audiência. Para tal, freqüentemente apresenta os fatos seletivamente (possibilitando a mentira por omissão ) para encorajar determinadas conclusões, ou usa mensagens exageradas para produzir uma resposta emocional e não racional à informação apresentada. O resultado desejado é uma mudança de atitude em relação ao assunto no público-alvo para promover uma agenda. A propaganda pode ser usada como uma forma de luta política.
Apesar do termo "propaganda" ter adquirido uma conotação negativa, por associação com os exemplos da sua utilização manipuladora, a propaganda em seu sentido original é neutra, e pode se referir a usos considerados geralmente benignos ou inócuos, como recomendações de saúde pública, campanhas a encorajar os cidadãos a participar de um censo ou eleição, ou mensagens a estimular as pessoas a denunciar crimes à polícia, entre outros.
Tipos de Propaganda
Cartaz de recrutamento Norte Americano da Primeira Guerra Mundial ilustrado por James Flagg em 1917
A propaganda possui várias técnicas em conjunto com a publicidade, podendo ser usada tanto para promover um produto comercial quanto para divulgar crenças e idéias religiosas, políticas ou ideológicas. Exemplos de propaganda são panfletos e programas (de rádio/TV) preparados para a audiência do inimigo durante as guerras e a maior parte das publicidades de campanhas políticas. A propaganda é também um dos métodos usados na guerra psicológica.
Num sentido estrito e mais comum do uso do termo, a propaganda usada na guerra psicológica se refere à informação deliberadamente falsa ou incompleta , que apóia uma causa política ou os interesses daqueles que estão no poder ou dos que querem o poder. O publicitário procura mudar a forma como as pessoas entendem uma situação ou problema, com o objetivo de mudar suas ações e expectativas para a direção que interessa. Nesse sentido, a propaganda serve como corolário à censura, na qual o mesmo objetivo é obtido, não por colocar falsas informações nas mentes das pessoas, mas fazendo com que estas não se interessem pela informação verdadeira. O que diferencia a propaganda como arma psicológica de outras formas de argumentação é o desejo do publicitário em mudar o entendimento das pessoas através do logro e da confusão, mais do que pela persuasão e entendimento. Esse tipo de propaganda ainda é muito comum no Brasil em campanhas eleitorais e religiosas como já foi dito anteriormente, com o propósito de embutir uma idéia na cabeça das pessoas e causar repulsa por informações novas , gerando preconceito e intolerância como efeito prático.
A propaganda é também uma poderosa arma na guerra. Nesse caso, sua função é normalmente desumanizar o inimigo e criar aversão contra um grupo em especial. A técnica é criar uma imagem falsa (desse grupo). Isso pode ser feito usando-se palavras específicas, lacunas de palavras ou afirmando-se que o inimigo é responsável por certas coisas que nunca fez.
Exemplos de propaganda:
* A propaganda da Inglaterra contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial, ver RMS Lusitania
* A propaganda da Alemanha contra a Polônia para iniciar a Segunda Guerra Mundial, ver Ataque em Gleiwitz
Noutro sentido, menos comum mas ainda legítimo do termo, a propaganda se refere apenas à informação falsa utilizada para reforçar idéias entre os que já acreditam em algo. A assunção é que, se as pessoas acreditam em algo falso, irão ser constantemente assoladas por dúvidas. Como estas dúvidas são desprazeirosas (ver dissonância cognitiva), as pessoas são ávidas por eliminá-las, e assim receptivas a reafirmações vindas daqueles que têm poder. Por essa razão a propaganda é comumente endereçada a pessoas que já são simpáticas ao que se afirma.
A propaganda pode ser classificada de acordo com a origem:
* Propaganda Branca é a que vem de fonte identificada;
* Propaganda Negra é a que vem de uma pretensa fonte "amiga" mas na verdade vem de um adversário
* Propaganda Cinza aquela que pretende vir de uma fonte neutra, mas vem de um adversário.
Propaganda política
Em política, tem o objetivo de divulgar um candidato, legenda ou coligação. Neste caso, mesmo que a mensagem traga informação verdadeira, é possível que esta seja partidária, não apresentando um quadro completo e balanceado do objecto em questão. Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços patrocinados por governos e partidos políticos. Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida, a publicidade, mas normalmente não é chamada de propaganda, ao menos no sentido mencionado acima.
"De forma neutra, propaganda é definida como forma propositada e sistemática de persuasão que visa influenciar com fins ideológicos, políticos ou comerciais, as emoções, atitudes, opiniões e acções de públicos-alvo através da transmissão controlada de informação parcial (que pode ou não ser factual) através de canais directos e de mídia."
- Richard Alan Nelson, A Chronology and Glossary of Propaganda in the United States, 1996
[editar] História da Propaganda
A propaganda é uma atividade humana tão antiga quanto os registros de que algo acontece ou aconteceu. Os escritos de romanos como Lívio são considerados obras-primas da propaganda estatal pró-Roma. O termo em si, origina da Sagrada Congregação Católica Romana para a Propagação da Fé (sacra congregatio christiano nomini propaganda ou, simplificando, propaganda fide), o departamento da administração pontifícia encarregado da expansão do Catolicismo e da direção dos negócios eclesiásticos em países não-católicos (territórios missionários). A raiz latina propagand_ remete ao sentido de "aquilo que precisa ser espalhado".
O postêr representando um nazista esfaqueando uma bíblia é um tipo de propaganda apelativa usada pelos EUA.
As técnicas de propaganda foram cientificamente organizadas e aplicadas primeiramente pelo jornalista Walter Lippman e pelo psicólogo Edward Bernays (sobrinho de Sigmund Freud, no início do século XX). Durante a Primeira Guerra Mundial, Lippman e Bernays foram contratados pelo presidente dos Estados Unidos Woodrow Wilson para influenciar a opinião pública para entrar na guerra ao lado da Inglaterra.
A campanha de propaganda de guerra de Lippman e Bernays produziram em seis meses uma histeria antialemã tão intensa que marcou definitivamente os negócios norte-americanos (e Adolf Hitler entre outros) com o potencial da propaganda de larga escala em controlar a opinião pública. Bernays cunhou os termos "mente coletiva" e "consenso fabricado", conceitos importantes na prática da propaganda.
A atual indústria das Relações Públicas é uma derivação direta do trabalho de Lippman e Bernays e continua a ser usada largamente pelo governo dos Estados Unidos. Durante a primeira metade do século XX, os próprios Bernays e Lippman tiveram uma bem-sucedida empresa de relações públicas.
A Segunda Guerra Mundial viu o uso contínuo da propaganda como arma de guerra, tanto pelo ministro da Propaganda de Hitler Joseph Goebbels como pelo Comitê de